
Linda moça batizada como Ponte JK. Suas curvas, seus contornos embalam uma eterna melodia que parece ter se transformado na trilha sonora do lugar. A dona da bela arte que decora Brasília se vê refletida num espelho d’água enamorado por tanta formosura.
A Ponte JK e o Lago Paranoá vão construindo um romance abençoado pelo céu da doce Brasília. Quantas histórias já tiveram como cenário estas duas figuras ilustres. Famílias passearam, amores começaram e até tragédias passaram por ali. Independente do enredo é a beleza e pureza do casal – a moça e seu espelho – que dão o toque mágico ao ambiente.
Como é possível surgir de um material tão bruto um produto de tamanha nobreza? Foi do metal ainda não lapidado, grosseiro, rústico que se originou nossa dama. Delicado, suave, arrojado é seu design. Sua arquitetura arranca suspiros e olhares cativados pelo desenho. Formas que se cruzam, montadas uma sobre a outra estão pernas e braços da querida JK.
Ao anoitecer, nossa moça vai se preparar para dançar. Perfume, brilho pairam no ar. O amado Lago está ansioso para a luz da lua finalmente beijar sua donzela. A ponte se enche de resplendor. Iluminada se reclina e beija o Paranoá.
Agora sinto-me agraciada por ter tamanha visão. Caminho entre dois amantes que não anseiam descrição. Querem se amar explicitamente e eu como não sou boba tomo como meu um amor que rejuvenesce, exalta. Ao mínimo sinal de consumação dessa paixão hei de convidar a madrinha Brasília para selar esta união, onde os que caminham, abraçam e proferem palavras de afago serão a aliança que marca o compromisso do nosso par de apaixonados.
A Ponte JK e o Lago Paranoá vão construindo um romance abençoado pelo céu da doce Brasília. Quantas histórias já tiveram como cenário estas duas figuras ilustres. Famílias passearam, amores começaram e até tragédias passaram por ali. Independente do enredo é a beleza e pureza do casal – a moça e seu espelho – que dão o toque mágico ao ambiente.
Como é possível surgir de um material tão bruto um produto de tamanha nobreza? Foi do metal ainda não lapidado, grosseiro, rústico que se originou nossa dama. Delicado, suave, arrojado é seu design. Sua arquitetura arranca suspiros e olhares cativados pelo desenho. Formas que se cruzam, montadas uma sobre a outra estão pernas e braços da querida JK.
Ao anoitecer, nossa moça vai se preparar para dançar. Perfume, brilho pairam no ar. O amado Lago está ansioso para a luz da lua finalmente beijar sua donzela. A ponte se enche de resplendor. Iluminada se reclina e beija o Paranoá.
Agora sinto-me agraciada por ter tamanha visão. Caminho entre dois amantes que não anseiam descrição. Querem se amar explicitamente e eu como não sou boba tomo como meu um amor que rejuvenesce, exalta. Ao mínimo sinal de consumação dessa paixão hei de convidar a madrinha Brasília para selar esta união, onde os que caminham, abraçam e proferem palavras de afago serão a aliança que marca o compromisso do nosso par de apaixonados.
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Fabíula Souza

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